30 ANOS em 30 DIAS!
Descrição de cada ano de minha vida dia-a-dia, antecedendo a festa dos 30 ANOS!!!
Tuesday, June 26, 2007
Friday, June 22, 2007
2006
Fui a Brasília seis vezes, fui ao Rio de Janeiro, fui ao Recife... E todas essas vezes a trabalho. Fui a Aracaju visitar os parentes. Visitei Porto Seguro, Guarapari-ES, Rio, São Paulo, Serras Gaúchas, Buenos Aires, Montevidéu, BH... Conheci 99 das 102 cidades alagoanas, num contato amigo e festivo com a Força de Vendas Alagoana.
Cícero Luiz foi aclamado em 2006 como Empregado-Padrão dos Correios! Foi a primeira vez que um alagoano recebeu a honraria! E são 108.000 empregados!
Foi o ano que descobri uma nova paixão: ser instrutor de vendas! E conheci uma turma de atendentes que chegaram para melhorar ainda mais o que já era tão especial: a Força de Vendas Alagoana!
Amigos que chegaram após 2000
(Hora de cometer injustiças, pois – com todo esforço de minha memória – sei que esquecerei grandes nomes e grandes amigos.)
Aílton, já o citei. Chegou em 1995, mas ficou próximo mesmo em 2001, junto com a turma do Sexteto: Cristiane, Olívia, Lílian e Danielle. Hoje, Aílton Nunes, Cristiane Ferreira e Fabrícia Caldas são meus confidentes.
A tríade dos Correios, iniciada em meados de 2003, quando de minha chegada à área de vendas: Berenaldo, Patrick e eu. Cúmplices; sarcásticos com tudo e todos, inclusive com nós mesmos!
Rossano é um caso à parte. Trabalha comigo desde que cheguei à área de vendas. Fui padrinho de seu segundo casamento. Hoje, é “padrinho” pra lá e pra cá o tempo todo. Rossano é tão “sui generis” quanto querido.
José Carlos, Luiz Carlos, Carlos Gonçalves, Fernando Murta, Valdimar do Carmo, Cristina Seixas e Roberto Mota são colegas próximos e que admiro muito. Marilane Miranda, Desirée Farah, Robson Nunes e Edílson Matsubara são admirados e amigos. Kedes Lagos, Edimar Ribeiro (e sua esposa Rosineli) e Márcio Queiroz (o “Amigo de Todos Nós”), levo-os no coração. Seu Domingos aposentou-se e deixou saudade.
Felype Falcão, Warley Pires e Guilherme Valença passaram pelos Correios em 2006 e marcaram.
Ivone, eu a conheci no primeiro dia na Gerência de Vendas, em 16 de junho de 2003. Ficamos muito amigos e namoramos. Fomos companheiros de viagem à Europa. Hoje, persiste a amizade.
Da área de operações, lembranças de Gedalva, Damas, Marinho, Geraldo, Margarida (há seis anos na Caixa Econômica), Silvaneide, José Monteiro...
Júlia Maria chegou em 2005. Com 20 anos, já gerenciava uma agência dos Correios. Admiração, respeito, consideração e estima recíprocos são os ingredientes de nossa amizade!
Na paróquia, tem a Raquel Torres, exemplo de mulher de pulso. É muito bom ser coordenado por ela. Andrezza é minha psicóloga! A equipe que coordena o EJC também me é bastante próxima e querida, formada por Karol (A Opção!), Ronaldinho (parceiro), Luzi (índia albina), Gabi, Ramon e Thatá.
Tem ainda a Thaynara (Thay), o Heliomar (Mazinho), Marivan (profeta), Márcia Cedrim, Rafael Vergetti, Thaline, Dani (parceira), Ju Januário, Vítor, Everson (Cabeça), Nina, Micheline...
A turma especial que chegou à Força de Vendas Alagoana de 2006 para 2007: Denilza, Joelson, Francilane Caetano, Jarlene (JRB), Alda, Weslândia, Thaizy, Michelle Duarte, Enver, Márcia, Joelma, Kaline, Cristiane, Délvia, Teresinha, Katiane, Alyne, Edvaldo, Cícero, Eudes, Felipe, Jairo...
Amigas virtuais: Bebel (conheci no Orkut) e Carolina Câmara (Ringa Starr; conheci num grupo de discussão sobre Beatles na Internet).
Mesmo tendo citado outros tantos amigos na narrativa dos Anos 90, acho que cometi grandes injustiças...
2005
Os Correios de Alagoas – segundo a Vox Populi 2004, divulgada em 2005 – tinha o 3° melhor atendimento do Brasil. Quando soube, meus olhos ficaram molhados.
O 3° atendimento do Brasil atendendo ao 2° cliente mais
exigente. Isso mesmo! Apenas o cliente gaúcho era mais exigente que o cliente alagoano dos Correios.
Em uma palestra na nossa convenção anual de vendas, bradava aos vendedores: “Ora, temos o 2° cliente mais exigente do Brasil! E vocês conseguem dar esse retorno formidável: 3° melhor atendimento do Brasil! PALMAS PARA A FORÇA DE VENDAS ALAGOANA!!! PALMAS PARA VOCÊS!”
* * *
Mas a maior glória do ano foi Cícero Luiz, Gerente da Agência de Ibateguara, cidade de 15.000 habitantes e 51º PIB de Alagoas. Cícero sagrou-se o maior vendedor do Brasil em 2005, tornando-se símbolo máximo e inconteste do esforço, da garra e da motivação da Força de Vendas Alagoana!
Cícero é conhecido em todos os estados. Sua fama, inclusive, extrapola as fronteiras dos Correios. Ele já foi destaque do Bradesco, do Baú da Felicidade, da Posthaus...
E todos nós, ectistas alagoanos, nos vimos realizados em Cícero!
* * *
Ano da EUROPA! O sonho de minha vida se realizou! E as lembranças daqueles 23 dias de viagem persistem nítidas; mas isso é material futuro para o Blog!
Segue apenas um pequeno resumo de momentos inesquecíveis:
Madri: A primeira cidade européia, o choque do novo, do belo, do artístico e do festivo. E o jantar mais caro de minha vida logo na primeira noite!
Paris: Pode parecer pieguice (e é mesmo!), mas hoje sou mais feliz por existir Paris! A Cidade Luz! A Cidade Verde (mais verde do mundo)! A Cidade pra morrer de amores... Paris é uma festa!
Londres: Sou fã dos britânicos: seus filmes, sua cultura, sua classe, sua música... The Beatles!
Bruges: Passeio nos canais e nas ruas medievais dessa encantadora cidade belga!
Amsterdã: cidade das jóias, dos canais, das flores, das bicicletas... E da libertinagem! Como vi em muitos outdoors lá: “I AMsterdã"!
Colônia, Rotemburgo e passeio pelo Reno (Alemanha): Xixi mais caro de minha vida (0,50 Euros)! Não é pra menos, porque após apertar a descarga, a tampa da privada dá uma volta completa sob uma esponja fixa, fazendo uma limpeza completa. “Tecnologia privada” dos germânicos! Salve a bela e certinha Alemanha!
Áustria: Morros, casinhas, rios... Aqui e ali, um crucifixo e uma igrejinha (austríacos sempre muito católicos e devotos). Innsbruck, capital do Tirol, e Grossglockner – o topo da Áustria. Vi neve!
7 dias de ITÁLIA! Franceses, espanhóis, ingleses – todos foram de uma amabilidade admirável! O único mal da Itália foram os italianos. Mal-educados!...
1) Veneza: Praça São Marcos, passeio de gôndola... Ó, sole mio!!!
2) Florença – O Berço do Renascimento: A maior densidade de obras de arte por metro quadrado no mundo.
3) Roma - A Cidade Eterna! "Todos os caminhos levam a Roma", "Em Roma, sê romano", "Quem tem boca vai a Roma"... Coliseu, ruínas, Fontana de Trevi...
4) Vaticano - Cidade-Estado e centro da Religião Católica Apostólica Romana! Museus, Praça São Pedro, Capela Sistina...
5) Pompéia: Visita às ruínas da cidade destruída em 79 d.C pelo Vesúvio. Impressionante!
6) Nápoles. Lembra Rio de Janeiro, combinando montanhas e praias.
7) Capri: Paraíso de águas muito azuis no Mar Mediterrâneo.
Mônaco: Vislumbre do luxo e da riqueza dos monegascos e aposta em Cassino de Monte Carlo!
Barcelona: Deparar-se a todo instante com o inusitado!
* * *
Novo sonho: retornar à Europa!!!
* * *
2005 ainda não acabou! Fecha com chave de ouro com a chegada de Sophia Jolie, poodle que minha irmã trouxe para o “apertamento”.
Inacreditável! Nunca fomos de criar animais. De repente, estamos todos apegados, os cinco, “depois de velhos”, à cadelinha!
6) Nápoles. Lembra Rio de Janeiro, combinando montanhas e praias.
7) Capri: Paraíso de águas muito azuis no Mar Mediterrâneo.
Mônaco: Vislumbre do luxo e da riqueza dos monegascos e aposta em Cassino de Monte Carlo!
Barcelona: Deparar-se a todo instante com o inusitado!
* * *
Novo sonho: retornar à Europa!!!
* * *
2005 ainda não acabou! Fecha com chave de ouro com a chegada de Sophia Jolie, poodle que minha irmã trouxe para o “apertamento”.
Inacreditável! Nunca fomos de criar animais. De repente, estamos todos apegados, os cinco, “depois de velhos”, à cadelinha!
E olha que ela é braba e geniosa que nem a mana!
Wednesday, June 20, 2007
2004
Talvez minha principal característica. Talvez o principal componente de minha personalidade.
No mínimo, o que mais me identifica nos Correios hoje.
Ainda estava em Recife, final dos Anos 90, quando me descobri uma pessoa extremamente feliz, sem motivos para reclamar da vida.
Com os jogos e brincadeiras de criança, com as Copas do Mundo e demais competições, com os trabalhos em equipe e gincanas, peguei gosto por torcer, vibrar, competir e celebrar.
A festa por parte de meus pais a cada vitória minha, ainda que fosse uma pequena vitória, incentivava-me a buscar novas conquistas.
Fui forjado todos esses anos a ser alguém dado a desafios e superações.
E sinto que tudo veio à tona em 2004.
* * *
Começo do ano, um colega de outra área questionou ao gerente de vendas, Roberto Mota, se eu estava bem na área comercial. Disse que eu parecia cansado e desanimado após seis meses de estresse na seção. Aquele colega rondava e sondava, buscando subsídios para uma substituição minha por outra pessoa ou coisa que o valha.
Isso aconteceu exatamente no mesmo dia que o responsável nacional pelas vendas do Carnê do Baú veio de São Paulo a Maceió parabenizar os Correios de Alagoas pelas vendas do produto!
Mensagem sutil e bem dada!
Mas silêncio foi tudo o que não fiz em 2004. Afinado com o novo gerente de vendas, de mesma filosofia que a minha (“Podemos ser garis; buscaremos ser os melhores garis!”), fomos os dois a Sergipe aprender com os colegas de lá a acompanhar e motivar as vendas.
De Sergipe, trouxemos o Encontro de Varejo, a grande convenção de vendas dos Correios no estado, e um lema que corre em nosso sangue: “A cada atendimento, um oferecimento”.
A sintonia com a Força de Vendas Alagoana se intensificava cada vez mais, a ponto de tornar-se verdadeira paixão. Em junho, passei a ser chefe da Seção de Promoção de Vendas e Filatelia. Novas campanhas de vendas vieram e Alagoas se destacou no atingimento das metas e até mesmo em valores absolutos.
Paulo Feliciano (Aeroporto), Jairo Correia (Coité do Nóia), Maria Pereira (Atalaia), Maria José (Arapiraca), Alexandra Clara e Manoel Brito (Jaraguá), José Aílton (Palmeira dos Índios), Neuza Bulhões (Coqueiro Seco), Devoneide de Farias (Girau do Ponciano), Antônio Pinho (Teotônio Vilela), Anizete Melo (Central), Gustavo Porangaba (Barra de São Miguel), Cícero Frederico (Novo Lino), Arivaldo Torres (Jacaré dos Homens), Kelly Cristine (Jaramataia), Ester Rodrigues (Joaquim Gomes), José Carlos Nascimento (Marechal Deodoro), Aldir de Lima (Maribondo), Maria Auxiliadora (Olho d’Água do Casado), Maria do Carmo (São Sebastião), Paula Vanessa e Francisco Júnior (Coruripe), Venício Medeiros (Piranhas), Genilda Laurindo (Tabuleiro), Maria Dayse (Filatélica)... Nomes que surgiram em 2004 e eram exemplos para todos nós: vendedores que superavam as metas e se superavam. Todos eles eram alvos de nossa admiração e de muita festa.
Mas a maior glória viria nos dois anos seguintes, pelas mãos de um vendedor da cidade de Ibateguara, 15.000 habitantes e 51ª economia de Alagoas.
* * *
Chega a ser simplório, eu bem sei.
Dois versos que trago sempre comigo são de uma canção chamada “Samba da Bênção”, do brilhante Vinícius de Moraes. Para mim, eles retratam o óbvio:
“É melhor ser alegre que ser triste.
Alegria é a melhor coisa que existe.”
Final da Copa do Mundo de 2002, Tóquio, grande festa do pentacampeonato do Brasil. Houve um momento que parei e disse: “Que bom que a gente ganhou! Já pensou se a gente tivesse perdido...”
Mamãe falou: “Ô, descoberta! ‘É melhor ser alegre que ser triste.’”
Pois é, parece óbvio, mas já tive grandes discussões com pessoas próximas e queridas ao mostrar que sempre temos escolhas a fazer. Optar por viver alegre ou viver triste é uma dessas escolhas diárias que fazemos.
Por incrível que pareça, muitos preferem caminhar na segunda via: viver triste.
Vai ver sou simplório mesmo e nada é tão óbvio quanto parece...
Monday, June 18, 2007
2003
O comum é que as seções da área de vendas sejam chefiadas por Técnicos de Atendimento e Vendas. O Diretor anterior queria até um economista.
O convite foi feito na inauguração de uma nova unidade de distribuição. Ele explicou o que queria, por que me queria na área e, vendo-me hesitar um pouco, disse que era pegar ou largar.
Topei!
Apesar de ser Técnico de Operações Postais, assumi a função de Chefe da Seção de Qualidade e Planejamento Comercial por indicação e confiança dele. E vi a vida dar um giro de cento e oitenta graus!
* * *
Cheguei um pouco tímido. Conhecia pouco sobre vendas e menos ainda sobre as atribuições da seção. Uma equipe de quatro colegas me aguardava: Cecília, Patrick, Rossano e Seu Jarbas.
Estariam vendo em mim um intruso? O chefe da seção não poderia ter sido indicado dentre eles?
Berenaldo, o Gerente de Vendas, fez a apresentação à equipe e foi um apoio imprescindível nos primeiros meses. Como também tinha responsabilidades novas (nunca tinha sido gerente), compreendia as dificuldades que eu passava na adaptação. Tornou-se amigo e confidente.
Tarifas, campanhas de vendas, Semana do Selo, clube filatélico, premiações de campanhas passadas, Serviço de Atendimento ao Cliente (Fale Conosco), notas para o Boletim Interno, resumos de serviço, planilhas de acompanhamento de desempenho, pautas de produtos... Tudo parecia convergir para aquela área!
O estresse chegou ao auge. Tive que aprender tudo de novo. Em outubro, pedi socorro à equipe e passamos a realizar reuniões diárias de meia hora. Discutíamos o que cada um estava fazendo e todos se inteiravam a respeito do que se passava na seção.
* * *
Revendo anotações de 2003, algumas notas breves que fiz, registros da maior mudança em minha vida profissional, encontrei alguns lamentos que, atualmente, prosseguem comuns: “Atirei para todo lado e acertei pouco nas atividades de hoje”, “Fiz tanta coisa que nem sei” ou “”Preciso delegar mais! Preciso delegar mais!”.
É duro aceitar que depois de quatro anos na área de vendas, mesmo com todas as conquistas, ainda sou uma pessoa desfocada e centralizadora.
* * *
Sobrevivi a 2003. Apesar dos obstáculos, estava cada vez mais confiante. Os colegas das agências dos Correios e eu, através dos e-mails, telefonemas e reuniões de serviço, refinávamos nosso diálogo diariamente.
2004 se aproximava e, com ele, a descoberta de um dos traços mais característicos de minha personalidade. Talvez nem descobrisse se tivesse continuado na área operacional.
Saudade dos amigos que fiz na área de operações e de todo aprendizado que tive por lá. Mas bendita mudança de ares ocorrida em 2003!
Sunday, June 17, 2007
2002
Enquanto isso, participava de um Processo de Seleção Interna na área operacional. Aprovado, tornei-me Coordenador de Controle de Qualidade e Informações em 03 de junho de 2002.
Começou minha interação, ainda tímida, com os gerentes das agências dos Correios. Só falava, naquela época, do SRO – Sistema de Rastreamento de Objetos.
Vou sentindo-me cada vez mais apaixonado e realizado nos Correios. Mas o melhor, a mudança das mudanças, o divisor de águas, aconteceria em 16 de junho de 2003.
* * *
Brasil foi PENTA! Foi uma das maiores alegrias do ano, apenas comparável à viagem que fiz às Cataratas do Iguaçu, Aparecida, Petrópolis, Caldas Novas... Coloquei o pé fora do país: pisei o Paraguai e a Argentina! Foi um momento histórico para mim! Estava em terras fora de meu país.
* * *
Os apelidos do Sexteto:
Aílton: Canguinha
Dani: Chatinha
Lílian: Santinha
Olívia: Graninha
Cris: Pipoquinha
Eu: Malinha
* * *
A mensagem de despedida no começo de 2002 (para o Grupo Divino e para os amigos):
“A coordenação do Grupo em 2001 era uma obra de Deus – foi isto que permaneceu todo ano para mim. Logo, não podia reservar-me o direito de orgulhar-me quanto ao que era realizado. A mim cabia, tão somente, levantar as mãos para o céu e agradecer a Nosso Senhor, o verdadeiro arquiteto do Grupo Divino.
Se há motivos para gabar-me, são dos laços que estreitei com cinco pessoas mais do que especiais – Aílton, Dani, Cris, Líbi e Lílian. E acho que aqui residiu a nossa vitória: na avidez do amor a Deus, no nosso amor-cúmplice e no amor-doação ao Grupo, nós seis nos dispomos como instrumentos nas mãos de Deus (falhos, mas confiantes).
Obrigado, Senhor, por esta experiência inesquecível! Que em 2002, com o novo sexteto de amigos, nosso Grupo Divino caminhe e cresça ainda mais.
Divu”
* * *
O Sexteto hoje:
* Aílton casou há um ano e meio com Michelle. São pais da Sueli (Tatakinha), de quatro meses.
* Dani dedica-se aos estudos e ao trabalho.
* Olívia encerra o curso de Administração esse ano.
* Cris, formada em Ciência da Computação, encerrou há pouco o mestrado na Universidade Federal Fluminense. Trabalha em Niterói.
* Lílian se formou em Letras e é professora. Casa-se com Léo no começo do próximo ano.
* E eu... Bem, eu estou prestes a completar 30 anos...
Saturday, June 16, 2007
2001
A criatividade estava no auge. Havia alegria, entusiasmo, cumplicidade, carinho... Havia, sobretudo, um pacto: éramos um por todos e todos por um, como no clássico de Alexandre Dumas. Onde um estivesse, estavam os cinco outros. E se estivessem apenas os cinco, todos eles sentiam falta do ausente.
Fizemos reuniões, uma grande gincana, conduzimos dois encontros... Falávamos sempre que, se todo o restante do grupo faltasse, o grupo estaria completo nos seis. E seríamos felizes realizando os eventos da paróquia.
Friends é bom na telinha, mas eis uma turma real de seis amigos!
* * *
Uma das piadas do ano foi a feira da pechincha que o sexteto fez em Marechal Deodoro, arrecadando dinheiro para a realização do 9° Encontro da Amizade.
A gente pedia as roupas que os parentes, amigos e vizinhos não usavam mais para vendê-las por R$ 1,00 na feira.
Abri mão de uma camisa que era o xodó de meu armário: azul, estampada, parecia uma camisa havaiana. Tinha sido presente de meu Tio-padrinho Erasmo e de sua esposa, Magdale, por volta de 1995. Sempre gostei dela.
Mas abri mão e a doei para a feira da pechincha. Lá estava ela, destacando-se, entre diversas blusas, camisas e calças – toda aquela roupa sendo remexida pela clientela de Marechal.
Quase toda roupa foi vendida. A feira foi um sucesso.
Ninguém comprou minha camisa! Minha camisa preferida! Minha camisa preferida por anos foi renegada pelo público da feira!
* * *
Na viagem desse ano, mamãe, Edmo e eu revimos Rio de Janeiro, Petrópolis, Aparecida do Norte e Campos do Jordão, bem como conhecemos as águas termais de Caldas Novas e Goiânia.
* * *
O primeiro ano do terceiro milênio
Se ainda não me taxaram de doido desde a história da tabela periódica decorada, eis mais uma oportunidade imperdível: registrei tudo que me acontecia no novo milênio!
Exemplos:
1° de janeiro de 2001
0h02: Primeiros beijos do milênio: mamãe, tia Lena, Marian e vovó Lizete.
0h13: Rezei a primeira Ave Maria do milênio.
0h28: Primeira Ave Maria rezada em intercessão de outra pessoa.
0h34: Primeiro Pai Nosso.
0h54: Primeira vez que entro em casa.
0h55: Primeira vez que ligo o computador.
1h23: Primeiro alimento: quibe.
1h26: Primeiro líquido: espumante.
14h00: Primeiro ônibus.
17h00: Primeira missa.
21h30: Primeiro táxi.
03 de janeiro de 2001: Primeiro dia de trabalho nos Correios.
14 de janeiro de 2001: Eleição do Sexteto para coordenação do Grupo Divino Espírito Santo.
1° de fevereiro de 2001: Primeiro cinema. Filme: O Náufrago.
04 de outubro de 2001: Recorde! Durante uma aula chata na faculdade, fiquei sem respirar 4 minutos e 45 segundos!
Friday, June 15, 2007
2000
Setembro chegou e começou o Jogo da Qualidade, movimentando diversas gerências da Diretoria dos Correios em Alagoas, baseado no 5S recém-implantado. A equipe Sinergia, coordenada por Margarida e por mim, estava cheia de gente talentosa como Laércio, Everaldo, Nogueira e Odete.
Ganhamos o jogo. Estava vibrando! Cheguei em casa eufórico, pois era minha primeira conquista significativa nos Correios de Alagoas! Papai, então, vaticinou: “Nem sempre será sucesso, meu filho. A vida tem seus altos e baixos e é preciso serenidade para enfrentar as oscilações”.
Em julho, voltei, finalmente, a viajar. Fazia tempo! Vibrava com a possibilidade do retorno à estrada ainda faltando uns dois meses.
O objetivo principal era a participação no Congresso Nacional da Renovação Carismática, mas os coordenadores, Ieda e Itapuã, sempre incrementavam com visitas e estadas em lugares turísticos. Fomos mamãe, Magdale (esposa de meu tio-padrinho Erasmo), Edmo e eu. Revimos a linda cidade de Aparecida do Norte; conhecemos Porto Seguro, ainda fervilhante por causa de seus 500 anos, e as belíssimas e frias Petrópolis e Campos do Jordão.
