1987
Sim, é claro que faltava alguém! Faltava Edja Marian Acioli da Rocha.
Éramos quatro. Passaram-se dez anos e, de repente, apareceu Edja Marian Acioli da Rocha.
Na madrugada do dia 28 de março, mamãe foi levada por papai ao Hospital Português. Nasceu a pernambucana arretada da família às 5h da manhã: Edja Marian Acioli da Rocha.
Chorava e ficava com a cara vermelha, vermelha... Já era abusada e chata desde criancinha!
Geniosa, ela detesta o nome Edja, preferindo ser chamada de Marian – capricho de papai, Maria em italiano.
Com menos de um ano, protagonizou uma cena inesquecível. Ainda sem saber falar, passeando nos braços de papai, com Edmo e comigo, fez ruídos e apontou para o pipoqueiro na praça. Fazia “Hum! Humm!! Hummm!!!”
Papai explicou que não ia comprar a pipoca porque isso, porque aquilo, e todas as explicações que um pai tem para não comprar porcarias na rua para seus filhos.
Marian, então, deu um beijo no rosto de papai e voltou a fazer “Hum! Humm!! Hummm!!!”, apontando para a pipoca.
Papai se rendeu. E nunca mais foi o mesmo! A gente devia ter adivinhado: Marian manda e desmanda até hoje!
Já tem 20 anos a garota! É a menina geniosa e temperamental que todos nós amamos! Minha irmã: Edja Marian Acioli da Rocha!

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